
Arte Egípcia
A cultura egípcia, prolongou-se por três mil anos. Desenvolveu-se num território estruturado pelo longo rio Nilo, cuja civilização vivia numa situação de isolamento em relação aos outros povos da região. Assim sendo, a arte egípcia divide-se em três períodos principais: Monarquia Antiga, Monarquia Média e Monarquia Recente. A principal característica desta arte é a unidade dos seus fundamentos estéticos e filósofos, que derivam das crenças religiosas que existe vida após a morte.
Arquitetura Egípcia

No Egito, a arquitetura tinha como função inicial a representação do poder político e religioso, representados pelo faraó. Os testemunhos arquitetónicos sobrevivem até hoje, cuja sua natureza é fundamentalmente religiosa e enquadram-se em duas categorias: o templo, que se designa o local onde se realizava o culto aos deuses e o túmulo, que se designa o local onde eram colocados os corpos mortos, com a finalidade de serem preservados durante a vida após a morte.
As mastabas, designam-se como os mais antigos túmulos construídos por este povo e caracterizam-se pela sua estrutura simples, constituída por dois elementos principais, um pequeno edifício prismático baixo e um espaço funerário, com acesso por um poço central.
Esquema de uma mastaba

Mastaba
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